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2009/11/04

Fim de época : Carlos Pegado, um dos melhores empresários, fala em exclusiva para o NATURALES




1. Carlos Pegado, com o Festival Taurino deste Sábado na Arena de Évora, a temporada 2009 chegou ao fim para a empresa Terra Brava. Qual é o balanço que pode fazer da temporada nas várias praças onde montaram corridas?
Fazemos um balanço positivo. Tivemos bons espectáculos, assistimos a grandes momentos em qualquer umas das praças onde demos corridas. Ainda agora, a última em Alcácer do Sal, foi considerada por muitos como uma das melhores da temporada, corrida essa onde esteve em disputa o troféu João Branco Núncio. Muitas vezes as coisas não correm como esperamos, pois trata-se de um espectáculo onde há muito de imprevisto, quer a nível dos toiros, quer dos artistas, mas fazemos de tudo para que corra sempre pelo melhor.
2. Com a Festa do Forcado a empresa Terra Brava iniciou a temporada 2009, que já é considerada a grande festa da Forcadagem. Essa festa de sucesso é para manter em 2010?
É com certeza, vamos de novo arrancar a temporada em 2010 com a Festa do Forcado.
3. A Arena D´Évora também é conhecida como a Catedral Nacional do Forcado, pois os cartéis são montados com base na figura do forcado e a segurança desse elemento da Festa é também uma das vossas preocupações sendo que nas corridas com o selo “Terra Brava” as bandarilhas utilizadas são as chamadas “à espanhola”, visando manter a integridade física do forcado. No próximo dia 3 de Novembro, a Arena d’Évora vai testar esses mesmos ferros. O Carlos foi um brilhante forcado e também sofreu lesões provocadas por bandarilhas, na sua opinião o que falta para se implementar de vez este tipo de bandarilhas?
Eu penso que só falta vontade e a prova está que eu nas minhas organizações utilizo sempre essas bandarilhas. Penso que tem existido inércia por parte de várias pessoas. Todos sairiam beneficiados se fossem implementadas, inclusivamente os cavaleiros que também já sofreram acidentes, não tantos como os forcados, mas temos o caso do Leonardo Hernandez, o próprio João Moura, que esteve a pontos de ferir um olho. Penso que todos irão beneficiar com isso e se pudermos aumentar a segurança para todos os intervenientes, melhor, pois só o factor toiro já é um risco tão grande para todos que não faz sentido que as bandarilhas sejam um perigo adicional e para provar isso a nível institucional e a nível “legal”, pois estas bandarilhas são perfeitamente legais, vamos levar a efeito esse teste na praça de Évora, dia 3 de Novembro, onde serão lidados dois toiros à porta fechada e onde será realizado esse teste a nível oficial, para que todos possam tirar as suas conclusões e para que de uma vez por todas esses ferros passem a ser obrigatórios nas nossas praças.
4. Outro sucesso em Évora é o Concurso de Ganadarias Luso-Espanhol. Também é para manter nas próximas temporadas ou pode sofrer algumas alterações?
O concurso de ganadarias é só por si uma data importante, independentemente das ganadarias, obviamente que estas terão que ser de prestígio, mas é o concurso mais antigo do Mundo, não é só de Portugal, pois não existe nenhum concurso de ganadarias no mundo taurino inteiro que tenha 50 anos de existência. Em princípio poderá ser para manter, mas não quer dizer que não sofra alterações, pois temos tantas e tão boas ganadarias portuguesas, que pode ser também interessante um concurso de ganadarias portuguesas, agora achamos que era importante internacionalizar o concurso, mas não tem que ter o selo obrigatório de ser com ganadarias espanholas e portuguesas, pode um ano ser só com ganadarias portuguesas
5. No dia 10 de Julho realizou-se também em Évora a 12.ª Corrida Real, com a presença da Família Real Portuguesa e que foi transmitida em directo pela RTP 1 e com um cartel composto por três jovens cavaleiros, João Moura Caetano, João Moura Jr. e João Telles Jr., que competiram entre eles, mostrando assim aos Portugueses que a Tauromaquia está em renovação. A Empresa Terra Brava para além de apresentar os consagrados também tem dados oportunidade aos jovens, é essa a vossa postura?
Claro que sim, faz todo o sentido, porque a festa não pode estagnar, a festa tem que estar em permanente renovação, porque é isso que a faz viva, pois os novos valores têm que ir aparecendo e se eles não tiverem oportunidades, nunca irão ser figuras do toureio. Portanto tentamos sempre que possível, dar oportunidades aos novos valores e apresentar os que estão firmados e até aqueles que ninguém conhece terão a sua oportunidade, como é caso agora no Festival, em que há ali dois ou três miúdos que muito pouca gente conhece e que terão que começar a rodar e a aparecer, para que possa acontecer essa renovação. Este ano já foi um ano muito positivo em termos da renovação do toureio a cavalo, pois vimos aparecer dois ou três novos valores já com bastante força, quer em termos artísticos, quer em termos de criar interesse no público e isso é importantíssimo e quem tem que os semear são as empresas e portanto é essa a nossa postura.
6. A empresa Terra Brava também tem como apanágio apresentar o toiro - toiro, como no caso do já referido concurso de ganadarias. Apresentaram também um curro Palha, Veiga Teixeira outros de Murteira Grave, Alcurrucén, em Alcácer um Curro Núncio, outro de Pégoras. Tem valido a pena apostar em curros de renome e exigentes? É uma política para manter em 2010?
Na minha postura enquanto empresário e como aficionado, pois eu antes que tudo sou aficionado, penso que a base da festa é precisamente o toiro. Sem toiro o cavaleiro ou o forcado podem estar melhor ou pior, mas se tivermos a presença do toiro - toiro em praça, a emoção estará sempre garantida. Assim o elemento mais importante na praça e a base do espectáculo é o toiro, daí a aposta que fazemos nas ganadarias que em princípios nos dão essas garantias. Por vezes nem sempre resulta, por vezes até nos enganamos nos toiros ou até nas ganadarias, mas isso já tem mais a ver com o que vai dentro de cada toiro. Mas quando montamos o espectáculo temos sempre de ter em conta que o toiro é o elemento base da corrida de toiros.
7. Diz-se no “mundillo” da Festa que a Praça de Évora é a praça com os bilhetes mais caros do país. Concorda?
Não concordo e discordo em absoluto. É das praças que tem os bilhetes mais baratos. O que acontece em Évora, é que a praça tem uma lotação muito reduzida. Évora tem bilhetes desde 15 euros, o que em Portugal em muitas praças não acontece, nem mesmo em muitas desmontáveis encontramos bilhetes a 15 euros e o bilhete mais caro é de 75 euros e também encontramos em muitas praças, nomeadamente em Lisboa bilhetes mais caros. Évora não será uma praça barata, como disse é uma praça apenas com 3.000 lugares e não permite que seja uma praça para bilhetes muito baratos, mas tem bilhetes para todos os bolsos. Sabemos que são poucos, mas posso adiantar que é nossa intenção manter esses bilhetes como também tentar criar que os bilhetes sofram uma alteração para mudar essa imagem em relação à praça de Évora. Também quero acrescentar que a praça de Évora é uma das mais confortáveis do país e Évora não pode ser vista como se paga, por exemplo, em Reguengos ou Montemor, ou outro sitio onde as pessoas não têm a mesma comodidade e isso também tem que ser tomado em conta. Mas fica a promessa que vai ser revista a política da bilheteira em termos de valores
8. O Carlos Pegado apresentou há vários anos em Salvaterra uma tese que defendia já na altura a criação da “Federação Portuguesa de Tauromaquia”, recentemente foi um dos fundadores e impulsionadores da Associação Portuguesa dos Empresários Taurinos. Acha que agora finalmente poderão estar criadas as condições para a criação da Federação Portuguesa de Tauromaquia?
Eu quero acreditar que sim, já desde essa altura e já lá vão alguns anos, que tenho trabalhado muito nessa matéria e quero acreditar que é possível. Não é fácil mas com boa vontade e profissionalismo tudo se consegue. Há por vezes muito amadorismo dentro da nossa festa e más vontades, mas vamos acabar por conseguir, porque no fundo o que está em causa é a própria sobrevivência da festa e penso que ninguém quer que a festa caminhe para o seu fim, principalmente numa altura em que a festa está a ser revitalizada, em que o público está a aderir em força, os agentes da festa têm que perceber de uma vez por todas a responsabilidade que possuem, pois têm que ser profissionais e determinados na defesa do que acreditam.
9. Qual a importância que a empresa Terra Brava atribui aos órgãos de comunicação Taurina, nomeadamente as publicações tradicionais, assim como aos sites taurinos e rádios locais?
Dou a máxima importância, porque a coisa mais uma importante no espectáculo é a comunicação. Tudo que seja comunicar através desses meios, é da máxima importância. Enquanto empresário apoio em tudo o que necessitarem da empresa para trabalhar, pois no fundo é esse o vosso trabalho, é também divulgar e criticar quando for caso disso e são também um pilar da Festa de toiros.
10. Finalmente Carlos, o que podem esperar os aficionados portugueses da Empresa Terra Brava para 2010?
Eu gosto sempre de proporcionar algumas surpresas, gosto de relacionar a tauromaquia com outras artes e tem sido apreciado nos vários espectáculos que montamos. Em termos base iremos ter 8 espectáculos em Évora, tal como aconteceu este ano. Iremos manter o Festival de Beneficência, porque é muito importante sentirmos que a Festa tem para dar a quem precisa e nós próprios nos sentimos bem moralmente ao chegar ao fim de um ano de trabalho e ajudar aqueles que mais precisam e demonstrar também, aqueles que são contra a tauromaquia, que nós nos preocupamos não só com os animais, como também com as pessoas e isso tem que ficar bem vincado em relação à postura da minha empresa. Podem esperar ainda muito profissionalismo, apresentando espectáculos de qualidade, com curros de toiros interessantes e preocuparmo-nos que o público saia satisfeito depois de assistir a um espectáculo que por nós seja realizado, onde sintam muita emoção, pois a emoção e a arte têm que estar sempre presente dentro da arena.
UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA DE VITOR BESUGO, 
redactor de NATURALES, CORREIO DA TAUROMAQUIA IBERICA

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2009/11/03

Manel Mesquitella nos acerca unas pinceladas del maestro Vítor Mendes

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Nueva etapa para Sánchez Vara

PONTEVEDRA (NATURALES) .- Javier Sánchez Vara tiene nuevo apoderado, es Francisco Ruiz; el acuerdo ha sido de manera amistosa y sin contrato de por medio, ambas partes estan ilusionadas con esta nueva etapa.
Javier Sánchez Vara había roto con su apoderado anterior Justiniano Dominguez. Despues de cinco años han dado por finalizada su relacion profesional, la ruptura ha sido de mutuo acuerdo y de manera amistosa.


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La alternativa de Julio Parejo, una corrida accidentada en Navalmoral de la Mata

NAVALMORAL DE LA MATA (CÁCERES) .- Antonio Ferrera, corneado por su primer toro, cortó cinco orejas y dos rabos en la triunfal alternativa de Julio Parejo, que paseó tres trofeos, en tanto Ortega Cano fue trasladado a un hospital tras sufrir una taquicardia antes de salir su segundo toro, en la corrida que cerró la temporada en Extremadura, celebrada en Navalmoral de la Mata.
Se lidiaron toros portugueses de Ascençao Vaz, el segundo como sobrero, justos de presentación, justos de fuerzas y algunos bajos de raza. Los mejores, fueron el tercero y, sobre todo, el sexto, premiado con la vuelta al ruedo.
José Ortega Cano, silencio tras dos avisos en el único que mató.
Antonio Ferrera, dos orejas y rabo, una oreja, y dos orejas y rabo.
Julio Parejo, que tomaba la alternativa, dos orejas y una oreja.
Ortega Cano fue atendido en la enfermería de una "taquicardia supraventricular. Trasladado a un centro hospitalario", y Antonio Ferrera, que cayó herido en su primero pero no pasó definitivamente a la enfermería hasta una vez concluido el festejo, siendo atendido de "una cornada en el gemelo derecho, de pronóstico reservado".
La plaza tuvo casi tres cuartos de entrada.
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Televisión : recomendamos

La gran figura del toreo Víctor Mendes habla para el programa en una entrevista en exclusiva en la que recordará su trayectoria en los ruedos. Además, analizamos cómo es el toreo del maestro Juan Antonio Ruiz Espartaco y vamos al campo para ver los cuidados que precisan los becerritos que acaban de nacer.
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Pedro Batalha también "cerró" la temporada de Vila Franca de Xira con sus imagenes del festival de los banderilleros

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Pablo G. Mancha : pasión por los Toros y por el Periodismo > Galardonado en información taurina en los premios de la Academia de la Radio

Moreno Laya, en el diario La Rioja, escribió sobre Pablo G. Mancha :
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Historia de un periodista que se arrinconó en los portales de la vieja Iruña para comenzar a escribir de toros, paladeó los sinsabores de la profesión y alcanzó las cotas nacionales como periodista local
Supongo que no desvelaré ningún secreto inconfesable, sobre todo porque el protagonista me lo comentó a los pocos días de comenzar a trabajar a su lado, codo con codo.
Me dijo algo similar a esto –discúlpame Pablo si no es literal, pero han pasado ya tres años–: «Uno de mis sueños siempre había sido trabajar como periodista taurino durante las fiestas de San Fermín. Me presenté ante el director del periódico y le pedí que me dejara colaborar».
Lo logró, aunque no sin esfuerzo. Los portales de las casas pamplonesas fueron su albergue a la espera de la siguiente corrida, de las próximas declaraciones. Como en toda batallita bien contada siempre hay una moraleja: «Compañero, sin pasión no hay nada; todo debe brotar de dentro, casi desde las tripas».
Todos los profesionales la entendemos, pero pocos la practican; es arriesgado, te pone en la brecha, en punta de lanza y puedes salir herido de muerte. Como le pasó en el mismo periódico navarro que una vez le dio su primera oportunidad.
Así me lo contó: «Recuerdo que en un San Fermín Jesulín de Ubrique recibió como premio un rabo en una corrida que en nada se parecía al buen orden de la lidia». Ni corto ni perezoso, el ayer premiado defendió sus conocimientos taurinos para criticar la entrega de un rabo en una plaza de primera.
Así tituló la crónica que cuelga orgullosa en su rincón predilecto: ‘El rabo de la señora presidenta’. A la aludida no le gustó y a su director, por el final, parece que tampoco. En la brecha, sin trabajo, pero fiel a sus principios. De nuevo otro aprendizaje: «El periodismo debe superar todas las presiones. Reflejamos la realidad, aunque sea mala».
Y ayer la realidad fue que su buen hacer tuvo premio, y a pesar de que aún le queda mucho por delante ya recoge premios y recibe homenajes. Éste es el mío.

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Campos Palomo, siempre al quite, nos pone sobre otra pista de gran interés taurino...

EN ESTA PÁGINA PUEDES VER MUCHOS CUADROS TAURINOS DEL PINTOR CANITO. PUEDES GUARDAR PARA USO PRIVADO LAS IMÁGENES PINCHANDO PARA QUE SE PONGAN GRANDE Y DESPUÉS EN EL BOTÓN DERECHO DEL RATÓN.
PARA ENTRAR EN ESTA PÁGINA PINCHA AQUÍ ABAJO:
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Las fotos del último espectáculo
2009 en la Arena d´Évora

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O Coliseum Arena d´Évora diz adeus á época 2009 e Patrícia Sardinha relata o que foi um festival benéfico...


MATEUS PRIETO PROMETE
Arena d’Évora, 31 de Outubro, 2009

A praça de toiros Arena d’Évora deu este sábado por encerrada a sua temporada com um Festival de Beneficência a favor da Cáritas. Um cartel de gente jovem encabeçado pelo veterano Francisco Núncio, uma selecção de Forcados Eborenses e reses de várias ganadarias, foram atractivo suficiente para que os aficionados se solidarizassem com a causa e preenchessem cerca de meia casa. O espectáculo decorreu num ambiente de festa e surpreendentemente foram os menos experientes os que sobressaíram.
O cavaleiro Francisco Núncio abriu a tarde frente a um novilho de Pégoras com 490 kg e prestou-se a uma actuação limpa, com alguma irregularidade na ferragem comprida, estando posteriormente melhor nos curtos. Mas para quem pouco ou nada toureia ao longo de uma temporada, foi notório que os ‘deveres de casa’ continuam a ser feitos e agradou com a sua actuação.
O cavaleiro praticante Tomás Pinto teve pela frente o novilho de Assunção Coimbra com 470 kg e teve uma actuação com pouco para contar. A sorte não lhe sorriu, acusou nervosismo, andou sempre muito acelerado, sem entender o oponente e consentiu demasiados toques. No final não deu volta, humildade que os mais velhos e de alternativa por vezes não têm.
A Francisco Zenkl calhou em sorte o novilho de Rio Frio com 470 kg. Na ferragem comprida andou desastrado frente a uma rês com muita pata. Nos curtos a actuação melhorou, apesar dos primeiros ferros serem deixados de forma aliviada, agradou com o terceiro e quarto ferro. Sofreu ainda um aperto nas tábuas antes de cravar mais um ferro a pedido do público.
João Soller Garcia teve pela frente um toiro Murteira Grave com 4 anos cumpridos e 505 kg e que, apanágio dos graves, não facilitou, sendo a rês mais séria da tarde. Soller Garcia andou correctíssimo nos compridos, mas nos curtos foi a menos. Embora a ferragem até resultasse certeira, sofreu fortes toques na montada que acabaram por retirar brilho à actuação.
Manuel Vacas de Carvalho, cavaleiro amador, lidou um novilho de Passanha com 420 kg que não complicou. A actuação foi em crescendo, com uma ferragem comprida irregular, melhorou nos curtos, aproveitando-se da facilidade da rês e chegando facilmente às bancadas. Deixou uma passagem positiva por Évora.
Mateus Prieto teve outro exemplar de Pégoras (em substituição do anunciado Canas Vigouroux) com 460 kg e surpreendeu pela positiva. Teve a actuação mais correcta e foi aquele que demonstrou mais garra. Partiu de frente para o novilho e por vezes abriu ligeiramente a sorte, o que não sendo desculpa é compreensível para quem começa, mas deixou a ferragem toda no sitio. Esteve bem na brega, apresentou boas montadas e mostrou que sabia o que estava a fazer. É um miúdo que promete, assim ele tenha cabeça e vontade de continuar pelo bom caminho. Rematou a actuação com três ferros violinos (o que já me parece um exagero, mas compreende-se o entusiasmo) e um de palmo.
No que toca às pegas e à selecção de Forcados Eborenses, pegaram: Vasco Fernandes (do grupo de Évora) à 2ª tentativa a aguentar bem os derrotes depois de na primeira faltar ajuda e não ter aguentado; Francisco Borges (do grupo de Montemor) sem ajuda caiu mal e acabou dobrado por Manuel Ramalho que concretizou; Gonçalo Guerreiro (do grupo de Évora) esteve bem à segunda com um bom primeiro ajuda; Ricardo Casasnovas (do grupo de Évora) não aguentou o “avião” Grave no primeiro intento e à segunda consumou com ajudas; Manuel Murteira (do grupo de Santarém) fez parecer fácil a quinta pega da tarde que concretizou ao primeiro intento; e por último, Duarte Almeida (do grupo de Évora) não se fechou bem à primeira tentativa, consumando à segunda.
O Festival decorreu com ritmo e creio que nestas iniciativas, independentemente do resultado e para além do carácter social de ser um espectáculo de beneficência, resta acrescentar que, e excluindo Francisco Núncio, estávamos a assistir a actuações de jovens em inicio de carreira. É natural que errem, sejam profissionais ou amadores, todos têm um dia actuações menos bem conseguidas. A diferença é que estes, os novos, ainda vão a tempo de se corrigir, ainda têm muito para aprender e apesar de os ‘criticarmos’, toleram-se os erros. O pior é quando os ‘males’ tocam aos ‘veteranos’, para esses já não há remédio e são os que menos admitem as ‘criticas’.
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Cierre de temporada
en el Coliseum de Redondo


REDONDO.- O matador de Toiros Luís “Procuna” actuou ontem, domingo 1 de Novembro, na localidade alentejana do Redondo encerrando a sua temporada.
“Procuna” envergou o traje de luces que havia estreado em Setembro ultimo na Moita, azul-marino e oiro. A actuação de Luís “Procuna” atingiu o ponto alto no poderoso tercio de bandarilhas realizado no último da tarde, o primeiro imponente a quarteio, o segundo de violino e o ultimo de fora para dentro arriscando demasiado. Artista com o capote, poderoso com as bandarilhas e com a muleta destaque para uma serie de derechazos, tanto pela direita como pela esquerda, o seu oponente não tinha recorrido suficiente para o matador brilhar, abreviando a faena, que, mesmo assim despertou a atenção do publico pela sua entrega e pundonor.
O seu primeiro foi manso sem qualidade mínima de investir. Procuna escutou forte ovação no primeiro e deu volta no último. Alternou com os cavaleiros Joaquim Bastinhas e Luís Rouxinol, ambos deram volta após cada lide. O Grupo de Forcados Amadores do Redondo executou quatro pegas, três á primeira e uma á segunda.
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Distinguido o visitante 10000
da Casa Museu Mário Coelho

VILA FRANCA DE XIRA ( JOAQUIM TAPADA / NATURALES ) Na Quinta-feira, dia 5 de Novembro, pelas 13 horas será distinguido o visitante 10000 da Casa Museu Mário Coelho, em Vila Franca de Xira. Após a visita, os visitantes que se tenham inscrito para o evento reunir-se-ão num almoço que tem lugar num dos restaurantes da cidade. 
O número elevado de visitas corresponde ao interesse que desperta aos aficionados e, não só, o espólio valioso exposto que pertence ao antigo matador vilafranquense, num espaço funcional e bem decorado.
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Los grupos de Forcados que más actuaron en 2009 en la temporada portuguesa

Escalafón 2009 – TOP 5
1º Montemor: 29 Espectáculos
2º Vila Franca: 24 Espectáculos
Cascais e Cuba: 23 Espectáculos
4º Santarém, Alcochete e São Manços: 21 Espectáculos
5º Évora e Aposento da Moita: 19 Espectáculos
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Recuerdos del cierre
de temporada en Lisboa

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X Troféus Nacionais da Revista Equitação : carreira de José Maldonado Cortes será Homenageada

Realizou-se no passado dia 2 de Outubro no Hotel Roma em Lisboa, a reunião de Juris para a atribuição dos Troféus Nacionais da Revista Equitação, que este ano terão lugar no dia 13 de Novembro, como habitualmente, no decorrer da tradicional Feira de São Martinho na Golegã.

por Eduardo Carvalho (Editor da revista Equitaçao)

Com o objectivo de assinalar a data de lançamento da revista, que este ano comemora o seu 14.º aniversário, os Troféus Nacionais da Revista Equitação completam uma década de existência, e vão distinguir sete personalidades ligadas ao meio equestre e tauromáquico.
O colectivo de júris, presidido pelo nosso Director Francisco Cancella de Abreu foi ainda constituído por Antonieta Janeiro, Domingos da Costa Xavier, Joaquim Duarte Silva, Ruy Fernandes, Bruno Caseirão, João Carrinho, Vasco Oliveira Santos, João Maria Fernandes e por mim próprio.

A primeira categoria a ser decidida foi a do Troféu Prestígio tendo o júri resolvido distinguir Duarte Nobre Guedes - Presidente do Turismo do Estoril e ex-presidente da Federação Equestre Portuguesa. Trata-se de uma personalidade que em muito tem contribuído para que o nosso país figure na rota dos grandes eventos internacionais sobretudo através da etapa portuguesa do Global Champions Tour realizada no Hipódromo Manuel Possolo, no Estoril. Primeiro liderou a organização de um CSI 4 estrelas no ano de 2005, seguindo-se então a entrada no referida liga milionária de cinco estrelas que reune a participação dos melhores cavaleiros do mundo na disciplina de Saltos de Obstáculos.
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Depois de uma época recheada de importantes triunfos Gonçalo Fernandes já sonha com a Alternativa de Cavaleiro

In "Porta da Estrela" : 

Gonçalo José de Paiva Fernandes é um jovem senense com 21 anos, que desde tenra idade começou a conviver com a Arte do Toureio a Cavalo, devido ao ambiente familiar, em que cresceu, estar muito ligado à Tauromaquia, já que seu pai, Zeca Fernandes, é Cavaleiro de Alternativa e exerceu esta profissão durante vários anos. Assim, estavam reunidas as condições para que o então jovem Gonçalo se fosse integrando neste “mundo dos toiros”, tendo, por opção própria, começado aos 13 anos a tourear como Cavaleiro Amador, durante quatro anos, tendo actuado em vários espectáculos taurinos, nomeadamente no Ribatejo e no Alentejo.

Depois desta rodagem como amador, a 19 de Agosto de 2006, tirou a prova para Cavaleiro Praticante, em Lagos, tendo sido aprovado por unanimidade pelo respectivo júri. A partir daí e com a nova categoria profissional, a responsabilidade e a pressão aumentam, pelo que se seguem três anos de árduo trabalho de treino dos cavalos e várias corridas pelo país, aperfeiçoando o seu estilo de toureio.
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Lutar pelo sonho de ser
toureiro aos 16 anos

Têm 16 anos e em comum a vontade de ser toureiros. João Martins e Diogo Damas, dois dos alunos mais avançados da Escola de Toureio de Azambuja, animaram o festival taurino do último domingo.

Ana Santiago / O MIRANTE

João Martins aventura-se com o capote frente ao novilho na Praça de Toiros de Azambuja. Ar inocente - de quem tem 16 anos e enfrenta o primeiro animal na arena – mas garra e estilo que fazem arrancar palmas nas bancadas aos primeiros movimentos.
Na manta bicolor que agita não consta ainda o nome do rapaz que quer ser matador de toiros, mas da Escola de Toureio de Azambuja, secção da Associação Cultural Poisada do Campino, que na tarde de domingo, 25 de Outubro, proporcionou ao ainda “bezerrista” a primeira entrada em cena, num espectáculo que teve como objectivo angariação de fundos para a escola.

Enverga traje cinzento, à espanhola, confeccionado por um alfaiate de Porto Alto e ajustado à medida dos seus sonhos. E o que é ser toureiro? A resposta há pelo menos dois anos que ganha raízes dentro de si: “É a profissão mas bonita do mundo”, diz com a emoção própria de quem fala de ambições.
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Brito Paes triunfa en el cierre
de temporada de Cartaxo


CARTAXO (Foto de Joao Costa Pereira) .- Encerrou a temporada 2009 no Cartaxo, foi uma corrida bastante agradável e com uma boa entrada de casa, não fosse o tempo cinzento e agreste que se mostrou horas antes da corrida e teria sido um espectáculo de casa cheia.
Em termos artísticos a corrida foi positiva com lides na generalidade boas, destaque para a grande actuação de António Brito Paes que venceu com justiça o troféu Epal para melhor lide. Boa actuação de ambos os grupos de forcados e bom comportamento dos toiros de Dias Coutinho.
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Adiós a otro gran taurino :
murió Manolo Cano

MADRID (NATURALES).- La noticia, bien triste, llegaba esta tarde a nuestra Redacciòn de la mano del Círculo Bienvenida. Se nos va otro gran taurino, Manolo Cano.
"Con profundo pesar lamenamos comunicar el fallecimiento, en el día de hoy, de nuestro querido socio Don Manuel Cano Muñoz, en la Clínica de San Camilo de Madrid, a consecuencia de una larga enfermedad.
La capilla ardiente se halla instalada en el Tanatorio de San Isidro, Sala "E", (Frente al Estadio Vicente Calderón).
Mañana miércoles 4, a las 11.30 horas, se oficiará una Santa Misa por su alma en la Iglesia del Tanatorio, y a las 12.00 sus restos mortales partirán al cementrio cercano de Santa María para su inhumación.
Su personalidad, sentido de la amistad, y excepcional trayectoria en la gestión profesional en el mundo del toro, dejará huella indeleble en todos los que le conocimos.
Desde este Círculo Bienvenida, del que fuera Socio Fundador y benefactor, expresamos a su esposa, hijos, y demás familia, nuestras más sentidas muestras de pésame y condolencia, rezamos una oración por su alma y rogamos a Nuestro Señor que le acoja en su Gloria.
En nombre de socios y amigos, el Presidente y Junta Directiva
Madrid 3 de Noviembre de 2009". Así rezaba el comunicado del Círculo Bienvenida, pleno de pesar al que nos unimos de corazón, pidiendo una oración por el inolvidable Manolo Cano.
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La trayectoria ascendente del entusiasta grupo de Forcados de Cuba

Temporada 2006 -» Só a corrida de apresentação
2 Setembro: Cuba (Apresentação)
Temporada 2007 -» 10 Corridas
12 Maio: Moura
13 Junho: Aljustrel
6 Julho: Vidigueira
13 Julho: Vila Nova da Baronia
11 Agosto: Cabeça Gorda
15 Agosto: Messejana
18 Agosto: Figueira de Cavaleiros
1 Setembro: Cuba
23 Setembro: Viana do Alentejo
21 Outubro: Amieira
Temporada 2008 -» 18 Corridas (+ 1 em Espanha)
22 Março: Serpa
5 Abril: Cuba
27 Abril: Beja
10 Maio: Moura
25 Maio: Moita
6 Junho: Albufeira
27 Junho: Terrugem
5 Julho: Loulé
11 Julho: Vidigueira
19 Julho: Coruche (Corrida TVI)
25 Julho: Entradas
8 Agosto: Figueira de Cavaleiros
9 Agosto: Beja
14 Agosto: Castro Marim
31 Agosto: São Manços
6 Setembro: Cuba
14 Setembro: Higuera la Real (Badajoz)
15 Setembro: Moita
20 Setembro: Ferreira do Alentejo
Temporada 2009 -» 23 Corridas
28 Fevereiro: Moita
4 Abril: Cuba
10 Maio: Garvão
24 Maio: Cuba
31 Maio: Santiago do Cacém
10 Junho: Reguengos de Monsaraz
3 Julho: Loulé
5 Julho: Vizela
11 Julho: Vidigueira
17 Julho: Albufeira
18 Julho: São Cristóvão
7 Agosto: Figueira de Cavaleiros
8 Agosto: Monte Gordo
9 Agosto: Beja
14 Agosto: Aldeia dos Fernandes
20 Agosto: Lisboa (Campo Pequeno)
21 Agosto: Melides
24 Agosto: Crato
28 Agosto: Corroios
5 Setembro: Cuba
19 Setembro: Ferreira do Alentejo
26 Setembro: Santiago Maior (Alandroal)
27 Setembro: Viana do Alentejo
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2009/10/25

La película "Arena", fascinante recorrido por el mundo taurino desde la mirada del torero

La película "Arena", del director de cine austríaco Günter Schwaiger, que recorre el mundo de los toros a través de la mirada del torero, se estrenó anoche en el Festival de Cine Internacional de Viena (Viennale) en un controvertido clima por la tensión que produjo la presencia en las puertas de la sala de un grupo antitaurino que había pedido su retirada de la programación.

"Afortunadamente fueron educados. Repartieron sus panfletos y no molestaron. Eran pocos, un número insignificante en comparación con los que fueron a ver y disfrutar de la película. Pero no entiendo por qué se marcharon renunciando a verla, pues podían haber participado en el coloquio que tuvo mucha emoción y resultó interesantísimo", dijo hoy a EFE el director Günter Schwaiger.

"De lo que no se conoce no se puede opinar, y ellos, sin saber de qué va el espectáculo taurino, se atrevieron a pedir que no se proyectara. Sin embargo, nos ha sorprendido y emocionado lo bien que se ha recibido el film entre el gran público, que agotó la entradas desde hace varios días y ha seguido la proyección con mucha atención. La aceptación final ha sido grande, esto es lo importante", insiste Schwaiger.
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RIVERA ORDÓÑEZ asegura que el presidente ZAPATERO es el "antitaurino número 1 y el más dañino"

El torero habla claro en la entrevista en El Mundo publicada el viernes. Tal como se demuestra en la entrevista, hace gala de su etiqueta de torero "más mediático" respondiendo a sus críticos, defendiendo su profesión y, además, culpando al presidente del acoso a la Fiesta nacional.

Preguntado acerca de si considera que la fiesta pasa momentos delicados, Ordóñez dice que "es una contradicción que una plaza -en alusión a la Monumental de Barcelona- pueda cerrarse precisamente cuando está renaciendo, pero no deja de ser un arma arrojadiza, la máscara de un problema mucho más preocupante: Rodríguez Zapatero es el antitaurino número uno y el más dañino. Nada ha hecho a favor de la Fiesta. La ha menospreciado y minusvalorado. Ésa si me parece una cuestión grave. Y además me consta que ha hecho todo lo posible para que los toreros no lo visiten en la Moncloa".

Es más, el torero, de 34 años, da pruebas fehacientes de ello, cuando queda muy poco tiempo para que Cataluña culmine la prohibición de la fiesta nacional. "Tuve ocasión de proponerle a un líder socialista la idea de organizar un encuentro con el presidente del Gobierno. A él le pareció muy bien, pero cuando se lo propuso a Rodríguez Zapatero dijo que no en rotundo. Me parece una actitud impropia de quien representa a todos los españoles".

El torero recibirá el próximo martes la medalla de las Bellas Artes, por la que se declara "muy contento, muy ilusionado". Sobre si cree que se repetirá la polémica levantada cuando se anunció la noticia, con críticas de otros toreros, ha dicho que "no sé si ocurrirá, pero no me interesa. Respeto todas las opiniones. Las hay que me sorprenden, desde luego. No se me ocurriría a mí nunca cuestionar que un compañero obtuviera la medalla. Se la daría a todos".
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Ganadería "sólo será ética si su fin es el toro bravo", según foro de Zafra

Zafra (Badajoz).- El IX Symposium del Toro de Lidia de Zafra, celebrado esta semana en esta localidad extremeña, han concluido, como una de sus resoluciones, que "la producción del toro de lidia sólo será ética si tiene como objetivo la producción de un toro íntegro y bravo".
Según ha informado la organización, esta es una de las conclusiones de un foro en la que unos 500 expertos han participado para debatir cuestiones como los últimos avances y retos en biotecnología y sus aplicaciones al toro de lidia, así como la influencia de la acidosis rumial en las caídas de este animal.

El vicepresidente del Comité Organizador, Santiago Malpica, junto a los también organizadores Juan Miguel Jiménez y Ángel Benegas, ha dicho que ha sido "muy positiva" la IX edición del Symposium segedano debido a la, ha dicho, notable asistencia de participantes y la calidad de la ponencias, conferencias y mesas redondas desarrolladas.
Malpica ha informado de que las conclusiones se presentaran a las administraciones públicas para que tomen medidas para mejorar la fiesta.
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Toro indultado en Ubrique, era de Jesulín y lo toreó el hermano de este

UBRIQUE, Cádiz (NATURALES) .- Toiro de Jesulín de Ubrique indultado, principal destaque da corrida deste domingo nesta localidade andaluza.
José Luis Moreno - orelha no primeiro e orelha no segundo;
Curro Diaz - orelha no primeiro e duas orelhas no segundo, tendo sido chamado o ganadero Jesulin de Ubrique para dar a volta a arena;
Victor Janeiro - indultou o primeiro toiro do seu lote, tendo recebido duas orelhas e rabo simbólicos. No seu segundo turno teve de lidar o toiro sobrero, de Mari Carmen Camacho, pois o animal que lhe correspondía, da ganadaría do seu irmao,  teve que ser substituído por ter partido o corno direito ao bater contra a barreira. Na faena ao de Mari Carmen Camacho, Janeiro matou mal e colheitou siléncio
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Todos cortan orejas en el festival de Trigueros (Huelva)

HUELVA (NATURALES) .- Tradicional Festival em Trigueros (Huelva) com este resultado :
João Moura II, duas orelhas.
Vitor Mendes - uma orelha.
Victor Puerto - duas orelhas.
José Doblado - duas orelhas.
António José Blanco - duas orelhas e um rabo.
Jairo Miguel - duas orelhas.
Novilheiro Javier Jiménez - duas orelhas.
 Novilhos das Ganadarias de Manuel Ángel Millares, Peñajara, Hijos de Celestino Cuadri, Tomás Prieto de la Cal, Gerardo Ortega e Prusiana.
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O MIRANTE
y el lado íntimo del maestro

José Júlio é um maestro na arena. No ano em que assinala os cinquenta anos de alternativa como matador de toiros o toureiro, 74 anos, pisou a Palha Blanco em homenagem aos seus mortos queridos que sempre o acompanham.
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José Júlio homenageou os seus mortos num regresso à arena 50 anos depois da alternativa

José Júlio é um maestro na arena. No ano em que assinala os cinquenta anos de alternativa como matador de toiros o toureiro, 74 anos, pisou a Palha Blanco em homenagem aos seus mortos queridos que sempre o acompanham. Nasceu em Vila Franca de Xira, mas foi a correr mundo que se fez toureiro.

A comemorar 50 anos de alternativa voltou a entrar na a Palha Blanco.

Esta corrida [5 de Outubro 2009] foi quase em memória dos meus mortos. Os meus mortos são uma data de fantasmas que sempre me rodeiam. São pessoas que me ajudaram, mas que foram desaparecendo. Sou quase um dos últimos dinossauros que se põe diante dos toiros.

Quem são os seus mortos?

São os meus mortos queridos. Patrício Cecílio, professor da Golegã, o toureiro Manuel dos Santos, o empresário José Guerra. Tenho também um grande respeito pela Imprensa desse tempo e de hoje. Grande parte da carreira deve-se a isso. Recordo-me que uma vez o senhor Nizza da Silva [Diário Popular] escreveu uma crónica sobre quando ganhei a orelha de ouro e pôs isso no jornal a letras garrafais. Quando lhe fui agradecer contou-me que foi chamado à atenção. Naquele jornal não se colocavam letras mais gordas que o nome do Salazar. A crítica era austera e conhecedora. Arriscavam quando não se sabia qual seria o meu percurso.

Mas o senhor defende que já se nasce toureiro.

Você não sabe se um dia um toiro a surpreende e lhe dá uma cornada. Essa cornada pode trazer-lhe um trauma. Há muitos toureiros que fracassam. Outros superam, levando tempo até que o subconsciente arrume. Há sempre um outro homem dentro de nós. Um que empurra para diante e que quer vencer a batalha. Outro que puxa as pernas e não deixa tourear. É o medo. A consciência de que corres riscos. É preciso uma grande confiança e essa confiança não nasce só de ti. Tive sempre boas pessoas a meu lado. Hoje já não existem estas pessoas. Os miúdos carecem disto.

Leia a entrevista completa na edição semanal de O MIRANTE que saiu à quinta-feira 
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El balance muy positivo de la Monumental de Lisboa demuestra que, cuando las cosas se hacen bien, los frutos se cosechan...





CAMPO PEQUENO JUNTOU IMPRENSA
Tal como fez no final da temporada passada, a empresa do Campo Pequeno, convocou a imprensa taurina e a não especializada para uma conferência onde se apresentou o Balanço de Actividade da temporada que recentemente terminou na Praça de Toiros da capital.
Com uma apresentação conduzida pelo Dr. Paulo Pereira, repassou-se a temporada 2009 em números e dos quais salientamos alguns factos mais importantes, como o peso médio geral das reses lidadas de 552,6 kg (sendo 490,2 kg para novilhos); dos 18 espectáculos, cinco tiveram transmissão pela televisão (3 – TVI; 2 – RTP); uma assistência média em praça de 5700 espectadores (taxa de ocupação entre 80-83%); e os novos projectos a realizar durante a próxima temporada, como o são o iniciar das obras para o tão esperado Museu Taurino, Merchandising, remodelação do Site do Campo Pequeno, inicio de visitas guiadas à praça, e a recolocação das placas evocativas que ainda se encontram em restauro.
Estatística à parte, tomou a palavra Rui Bento Vasquez, que começou por realçar o sucesso desta temporada como “fruto de um trabalho feito ao longo dos quatro anos” desde a reabertura. No entanto, admite que ainda “há muitas coisas a serem corrigidas” e que a principal Praça do País tem a “obrigação de apresentar os melhores espectáculos”. A empresa pretende manter o lema de “repetir quem triunfa” e só lamenta que à “malta nova falte saber que quando vêem ao Campo Pequeno, têm que dar a cara”. Outro motivo de orgulho para o gestor taurino é o facto de ter conseguido impor o toureio a pé nas transmissões televisionadas. Rui Bento mudou depois o registo das suas declarações e pôs alguns pontos nos i’s, relativamente a comentários que, ao longo da temporada se escreveram sobre as suas decisões. Começou por confirmar que “houve realmente interesse por parte da empresa em empurrar o Pedrito de Portugal” e que isso deveria ser até considerado por muitos como sinal de “patriotismo”. Também se congratulou por a corrida de 16 de Julho e que “muitos apontavam como a data desastre” ter sido um sucesso e a primeira corrida a esgotar esta temporada. Confidenciou que teve “muita dificuldade em colocar o Tiago Carreiras na Corrida do Emigrante”, tanto para convencer a TVI de que apesar de ser um nome pouco conhecido para eles era um jovem com valor, como os alternantes, pois “havia quem incomodasse a presença do jovem cavaleiro”. De qualquer modo garantiu que é “claramente intenção do Campo Pequeno apoiar o Tiago Carreiras”, pois contrariamente à maioria “ele não é filho de dinastia” e que na próxima temporada tirará a sua alternativa na principal praça do país. Apesar deste ano, termos contado com a presença de algumas das principais Figuras do toureio em Espanha, Rui Bento confessou ter alguma dificuldade em convencê-los a virem ao Campo Pequeno. Primeiro pela ausência da sorte de varas, depois porque essas Figuras no seu país gostam sempre de cobrar direitos de imagem em corridas televisionadas e terceiro porque não existe muita confiança nas ganadarias portuguesas. E foi em relação às ganadarias e à apresentação dos toiros que Rui Bento acabou por admitir que se errou alguma vez, foi na escolha do toiro que tocou em sorte na primeira lide a Morante, mas que foi o próprio matador que às 13h daquele dia, ameaçou que não toureava caso não lhe saísse aquela rês. Terminou ainda com mais uma ‘farpa’ atirada a quem costuma criticar o que se passa no taurodrómo lisboeta, dizendo que “não é de agora o aplauso fácil no Campo Pequeno” e que independentemente do entendimento do público, o facto do Campo Pequeno ter enchentes devia ser “motivo de alegria para todos”, mas que também é verdade que “toca a todos, empresa e imprensa taurina, a melhor formação desses aficionados”.
Foram ainda revelados os nomeados para os Galardões Campo Pequeno e escolhidos pelos abonados, seguindo-se agora a decisão final a cargo do Real Clube Tauromáquico Português, sendo que o Galardão Prestigio é escolhido pela empresa.- PATRICIA SARDINHA
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Nomeados para os galardões
Campo Pequeno 2009.




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Procuna, en las revistas

LISBOA.- O matador de toiros Luís “Procuna” foi entrevistado para a revista “VIP” nº 640 de 21 a 27 de Outubro, (nas bancas desde quarta-feira).
  “Procuna” aborda algumas vertentes da sua vocação para o toureio a pé, a corrida do próximo dia 1 de Novembro no Redondo, o ritual antes da corrida (com sessão fotográfica), e as suas superstições. O Hotel Roma, de cuja varanda se avista a Monumental do Campo Pequeno, foi o palco escolhido para a entrevista e fotografias. Luís “Procuna” envergou o traje roxo e oiro e um lindíssimo capote de passeio azul claro e oiro.
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Sal e Pimenta, otro caballo excepcional

Nuestro sincero homenaje a un caballo inolvidable, junto con el reconocimiento al maestro que desde este equino toreaba como atestigua este video... Sal e Pimenta y el maestro António Telles. Una pareja de excepción.

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1 novembro: Cartaxo espera por si...

LISBOA.- No próximo dia 1 de Novembro, feriado nacional,  a Praça de Toiros do Cartaxo volta a abrir as suas portas, para a XII Corrida de Toiros da Casa do Pessoal da EPAL. Aguarda-se mais um grande espectáculo para o encerramento oficial da Temporada 2009, com um imponente cartel onde figuram a cavalo José Manuel Duarte, Ana Batista, Brito Paes, Manuel Telles Bastos, Duarte Pinto e Francisco Palha. A pegar 6  toiros de Dias Coutinho os Grupos de Forcados Amadores de Coruche e Chamusca.
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Beja cerró su temporada 2009

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Gabarito : un caballo irrepetible

Torero siempre, excepcional caballo, de sentimiento, de oportunidad, de espectacularidad, de clase... era Gabarito algo fuera de lo común. El mejor caballo que António Telles ha tenido. Pero uno de los mejores de la historia del Toreo, digan lo que digan. Para nosotros así lo fue...
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2009/10/24

Homenajeado Nerio Ramírez "El Tovareño" en sus 30 años de Alternativa

MERIDA (VENEZUELA) Por Giovanni Cegarra
“Honor a quien honor se merece” y ha sido así, con el torero merideño venezolano Nerio Ramírez "El Tovareño" quien ha recibido un emotivo y muy sincero homenaje, en sus 30 años de haber recibido la alternativa como matador de toros, por parte de la Gobernación Bolivariana del Estado Mérida y el Complejo Recreacional Albarregas S.A. (COREALSA) en acto que tuvo lugar la tarde del miércoles 21 en el Patio de Cuadrillas “César Faraco” de la Plaza de Toros Monumental “Román Eduardo Sandia” de Mérida, Estado Mérida, occidente de Venezuela.
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Nuestros amigos y colegas franceses de "Torería" y su última carta que nos llega...


La Lettre N° 85 de Toreria
 Retrouvez toute l’actualité taurine tous les vendredis sur "www.toreria.net"
 
Automne chargé !

Plus qu’un long discours, le programme très chargé des activités taurines de cet automne, d’expositions en fiestas camperas, de soirée débat en festival, donne un aperçu d’une aficion qui semblerait passer au dessus des problèmes quotidiens des gens. Quel en sera le bilan après coup ? La passion pour la tauromachie pourrait elle entraîner des dépenses supplémentaires alors que l’effet de la crise commence a se faire ressentir, et ce avant les fêtes de fin d’année ? Souhaitons que oui pour tous ceux qui s’investissent pour faire partager et developper leur aficion le plus largement possible.
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La corrida del 31 en Navalmoral de la Mata podrá verse finalmente por televisión

PONTEVEDRA ( NATURALES ) .- Tal e como noticiou NATURALES, o  canal Extremadura vai retransmitir em directo, a corrida de fim de mes em Navalmoral de la Mata, com os matadores Ortega Cano, António Ferrera e Julio Parejo (que tirará a alternativa nessa tarde). A corrida será transmitida em directo, via TV e via Internet através do site www.canalextremadura.es, no dia 31 de Outubro. Nesta corrida vão ser lidados toiros da Ganadaria Portuguesa Ascenção Vaz. A corrida terá inicio ás 17h30m locais, 16h30m em Portugal.
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Indultan un novillo de solo dos años y será semental desde enero próximo...

BADAJOZ ( En el Diario HOY ) .- Fabuloso se encuentra tranquilo en el campo junto al resto de la camada. Hasta el pasado 10 de octubre no había salido de allí. Un coche se acerca a lo lejos, pero está acostumbrado al ruido del motor, lo lleva oyendo desde que nació hace ya más de dos años. En plena dehesa la vida pasa tranquila, sin preocupaciones, mientras la naturaleza sigue su curso a pesar de que la sequía hace estragos en el campo.
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2009/10/20

Editorial : en defensa del buen nombre y extraordinario trabajo del pionero y saudoso Fernando Días

El tipo este del panfleto de las quintas-feiras ha vuelto a ofender a NATURALES-CORREIO DA TAUROMAQUIA IBERICA.
El payaso en cuestión ignora deliberadamente nuestra publicación... lo que nos traería sin cuidado y carecería de importancia alguna cuando de un botarate así, el mejor elogio es que a nosotros nos igonore, porque obrando de ese modo, el que realmente queda en ridículo es el... cuando en su mismo panfleto publica anuncios en los que las empresas no nos ignoran precisamente.
Pero lo que no nos trae ya sin cuidado, lo que nos ofende en tanto en cuanto admiramos y defendemos la gran e inolvidable obra del saudoso Fernando Días, es que este mentecato manipulador de las quintas-feiras mienta deliberadamente y cuente -a quien quiera leer su bodrio- que los pioneros de la Internet taurina en Portugal son tal y cual... cuando -sin restar mérito alguno a estos entusiastas que el borracho cita- la realidad clara y contundente es que el gran pionero, el número 1 de la Internet taurina portuguesa es don Fernando Días (que en paz descanse) editor y gran animador de la inolvidable TAUROMAQUIA PORTUGUESA ON LINE (TPOL como el mismo refería de modo abreviado) y que se podía leer en la dirección, tan afamada en la época, de gabicontoria.pt
No se puede consentir que este vividor, que todas las quintas-feiras alborota con manipulaciones y falsedades tan frecuentes, mancille así el buen nombre y el trabajo de anualidades de entusiasmo y esfuerzo sin límites, de quien hizo posible que miles de portugueses y aficionados del Mundo de los Toros pudiesen informarse en tiempos en los que este botarate de las quintas-feiras ni sabía lo que era el teclado de un computador si nos apuran...
Hagamos justicia al buen nombre y al esfuerzo de Fernando Días y su inolvidable TAUROMAQUIA PORTUGUESA ON LINE. No consintamos pues que este impresentable se cisque en su honrado y desinteresado trabajo de temporadas y temporadas taurinas hasta su inesperada muerte.
Precisamente, para recoger el testigo de Fernando Días al que la muerte se llevó antes de tiempo, surgió hace más de 8 temporadas este NATURALES, CORREIO DA TAUROMAQUIA IBERICA. Que a NATURALES lo ignore este editor panfletario, nos parece muy bien. Hasta saludable e higiénico. Pero que para ejercer como lo que es, un manipulador, este elemento mienta y atribuya a otros el mérito que corresponde única y exclusivamente a aquel gran hombre que fue FERNANDO DIAS, es algo por lo que aquí no pasamos.
Quede así constancia de nuestra protesta y nuestra denuncia de los hechos.
Si no hiciésemos frente a esta repudiable enésima acción de este saltimbanqui, no mereceríamos invocar el recuerdo y el afecto que sentimos por quien para siempre será nuestro maestro y nuestro PRESIDENTE de HONRA que, seguro, Dios tendrá en su seno : un gran portugués de pies a cabeza, amigo de sus amigos, honesto a carta cabal, que supo honrar permanentemente a la Tauromaquia y a las tradiciones de esta Lusitania que tanto amaba.
EUGENIO EIROA
Director de NATURALES
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2009/10/19

Lisboa : la última crónica de la temporada sigue teniendo la firma -siempre autorizada- de Patrícia Sardinha

Dado o sucesso que foi a temporada 2009 no Campo Pequeno, deliberou a empresa do coso lisboeta brindar-nos com uma corrida extra-abono para encerrar em definitivo e por este ano, os espectáculos taurinos. E a aposta voltou a saldar-se positiva. Se houvesse uma receita mágica para como encher praças de toiros, atrever-me-ia a dizer que essa tinha sido este ano encontrada pela empresa do Campo Pequeno. Talvez os cartéis, as Figuras espanholas, a boa promoção e divulgação das corridas, ou simplesmente por ser o Campo Pequeno. A verdade é que quase podiam alterar o lema “Campo Pequeno de novo em grande” para um “Campo Pequeno com pelo menos ¾ de casa” tal as boas presenças de público registadas esta temporada. Mas se a quantidade de público foi perfeita, já que dizer da qualidade?!
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Agora Campo Pequeno -toiros-, só para o ano...
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A praça de toiros do Campo Pequeno voltou a conquistar as noites de quintas-feiras e isso foi chamariz para um público diverso, desde o mais entendido aquele que apenas quer aparecer em público. Mas será que realmente deixa de ser válido o sucesso de uma empresa/praça de toiros só porque o público não é o mais entendido? Não creio. Mas se me perguntarem se o pouco entendimento das bancadas condiciona o desempenho dos artistas e vice-versa, isso sem dúvida. E na corrida que encerrou a temporada isso voltou a ser visível.

O cartel tinha como atractivo principal a estreia dos toiros de Conde de la Corte em Lisboa, o que evidencia que o Campo Pequeno esteve realmente na moda, pois seguiu a tendência deste ano, as ganadarias espanholas. O curro não defraudou de todo, primou pela apresentação, nobreza e mobilidade apesar de alguma escassez de forças. E mesmo os que deram algum sinal de mansidão, não complicaram, servindo no geral para o desempenho dos toureiros.
Luís Rouxinol teve duas lides discretas. Primeiro, frente a um toiro com 586 kg, andou longe da exuberância da sua última actuação em Lisboa e que lhe valeu a presença nesta corrida, não conseguindo de todo impor o seu estilo alegre. Ainda deu ar de sua graça com os recortes na cara da rês, mas que também lhe custou alguns toques na montada. No seu segundo toiro, com 568 kg e mais reservado, o cavaleiro esteve mais “a gusto”, recreando-se em bons pormenores de brega, apesar da colocação da ferragem nem sempre ter resultado correcta. Terminou a sua actuação com o habitual palmo e par de bandarilhas a duas mãos.
João Salgueiro é cavaleiro que tem a lição sabida na ponta da língua, bastou que lhe tocasse um oponente com qualidade para que disso sacasse partido. Frente ao seu primeiro toiro, que pesou 548 kg, realizou uma brega inteligente, colocando sempre a rês nos terrenos adequados, o que lhe permitiu a cravagem de alguns ferros de inegável valor. Houve contudo algum entusiasmo da parte do cavaleiro e de algum público, não de todo justificado. E as duas voltas à arena deixam a dúvida do ‘até que ponto legitimas?’. Já no segundo, com 608 kg, de excelente apresentação e que se arrancou sempre de largo, a lide prometia, mas ficou condicionada por uma lesão do toiro tendo terminado ao primeiro ferro curto.
João Telles Jr com o terceiro da ordem com 592 kg, desenvolveu boa brega mas terá em certas ocasiões exagerado na marcação da sorte ao piton contrário de que resultaram algumas passagens em falso desnecessárias, assim como alguns toques na montada. Sem ter rompido, a sua actuação acabou por ser positiva. No que encerrou a corrida, com 550 kg, João Telles Jr e apesar do bom gosto com que bregou e de ter elegido bem os terrenos, cravou de forma aliviada, o que não impediu que o público o aplaudisse com entusiasmo. Terminou actuação com um ferro de violino e um de palmo.
Maior brilho, tiveram os dois grupos de Forcados Amadores presentes, os de Coruche e do Aposento da Moita. E foram os respectivos cabos, Amorim Ribeiro Lopes e Tiago Ribeiro, que pegaram os dois primeiros toiros, sem problemas e ambos à primeira tentativa. Ricardo Dias, pelo grupo de Coruche e também à primeira, pegou com técnica e braço forte o terceiro da ordem; Nuno Carvalho do Aposento da Moita, fez a melhor pega da noite, aguentando fortes derrotes e sendo bem ajudado pelo grupo; o quinto toiro recolheu sem ser pegado por se ter inutilizado durante a lide; e o último toiro foi pegado por Nuno Inácio do Aposento da Moita, à terceira tentativa. Esta pega, por convite de Tiago Ribeiro, foi executada por quatro elementos do grupo de Coruche e outros quatro do Ap. da Moita.
Numa noite em que pairou no ar o ‘aroma’ de dever cumprido, ficou a faltar mais arrimo e disposição por parte dos cavaleiros, para que o resultado fosse realmente digno de se fechar em grande a temporada lisboeta. Houve também quem embarcado pelo ambiente de festa, tivesse esperança num sobrero para compensar o quinto perdido, mas assim não aconteceu. Mas já se sabe que nestas coisas, é-se ‘preso por ter cão e não ter’. No entanto e a meu ver, há que se louvar quando o Regulamento se faz cumprir.
Dirigiu a corrida o Sr. Pedro Reinhardt, assessorado pelo veterinário Dr. Ferrão Lourenço. Agora Campo Pequeno, só para o ano.
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4 APONTAMENTOS, 4...tras la corrida final de temporada en la Monumental de Lisboa

Finalmente, la corrida que cerraba la temporada en Campo Pequeno tenía el aliciente de ver in situ si Rouxinol confirmaba los méritos que le llevaron a ser vencedor de la corrida del 1 de octubre y tener así derecho a integrar el cartel de cierre de época.
Desde mi punto de vista, Rouxinol fue de sobrado... en apariencia comprometido con la cita, pero solo en apariencia. Demasiadas lagunas en la actuación de quien, desde luego, dejó en mal lugar al jurado que el 1 de octubre le dió el "pasaporte" para esta corrida fin de época. Y desde luego, dejó muy mal al pesado ese que no para de escribirnos enfadado porque dijésemos en NATURALES que quien merecía estar en esta corrida fin de temporada en Lisboa era -por lo que se vió en el espectáculo deldía 1- António Ribeiro Telles.
Visto lo que vimos el pasado día 15 en Lisboa: ¿qué tiene que decir ahora el que tantos defectos ve -y así trata de persuadirnos- en el maestro António Ribeiro Telles...?
Finalmente también, la corrida de fin de temporada, tenía el aliciente de ver si Joao Salgueiro, que en la temporada tuvo momentos inspirados, era capaz de iluminarse una noche más y ser la sensación del cierre lisboeta. La realidad fue la que fue : en la actuación de Salgueiro hubo de todo, como en botica. Y en lo de emplearse a fondo, a conciencia... pues qué quiere que le diga, la iluminación le vino para aprovechar el aliento de cuatro parientes que estaban en la grada para por su cuenta tomarse el atrevimiento de dar una segunda vuelta al ruedo. Y esto de las segundas vueltas empieza ya a pedir coto porque sino los caraduras van a empezar a acostumbrarse en demasía... Habría que poner algo así como esto en el nuevo reglamento que -urge- venga cuanto antes : la primera vuelta al ruedo será a petición del público y la segunda lo será a criterio del director de corrida. Lo mismo que sucede en España con la concesión de la primera y segunda oreja. Así evitaríamos que Salgueiro resultase un aprovechado...por ejemplo. Porque vamos : a mi se me caería la cara de vergüenza de dar por esa faena una segunda vuelta al ruedo... La Fiesta se merece otro respeto.
En lo que se refiere al magnífico toro que correspondió en segundo lugar a Salgueiro, lástima que se inutilizase, porque era toro de sacar al ganadero y de triunfo redondo a poco que el cavaleiro lo entendiese -y lo estaba entendiendo-. El director de corrida estuvo impecable no optando por la sustitución por un sobrero. Es hora ya de que el reglamento se cumpla indefectiblemente : para bien o para mal.
Ya en lo referido a Joao Ribeiro Telles II hay que decir en su favor que solamente el hecho de no utilizar a los auxiliares banderilleros más que para lo estrictamente necesario, habla mucho en favor de el y poco en favor de sus dos compañeros de cartel que abusaron del uso del banderillero, cortando viajes, emociones y riesgos. Y eso, aún siendo para algunos lícito, a nosotros -en un ruedo de dimensiones razonables como el de Lisboa- nos parece un tanto adulterar el espectáculo. Joao buscó la integridad y eso hay que agradecérselo y mucho, junto a dos actuaciones que sin ser maravillosas si estuvieron en un plano aseado y aceptable.
EUGÉNIO EIROA
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O dono do "Quirino",
caminho dos Açores...

ANGRA DO HEROISMO ( BRUNO BETTENCOURT , correspondente de NATURALES )
O praticante Tiago Carreiras, ao que tudo indica, será presença na Feira de S. João de 2010, na ilha de Terceira.
O cavaleiro de Sousel, que foi um dos trinfadores da presente temporada, terá chegado a acordo com a Comissão de Tauromaquia das Sanjoaninas 2010, segundo informação do seu apoderado, o bandarilheiro Diogo Malafaia.
Carreiras, aparentemente, estará presente em duas das corridas da feira, sendo uma delas o Concurso de Ganadarias que habitualmente encerra o certame.
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Domingo 25, toiros
na Andalucía TV

PONTEVEDRA ( NATURALES ) .- No próximo domingo dia 25 de Outubro o Canal Sur, através do seu canal por satélite Andalucia Tv, e Internet, irá transmitir desde Ubrique (Cádiz), mais uma grande corrida de toiros. A transmissão tem o seu início marcado para as 16 horas e 30 minutos, hora de Portugal.
O cartel deste domingo conta com a presença de José Luis Moreno, Curro Diaz, que atravessa um enorme momento de forma e de Víctor Janeiro toureiro irmão do matador Jesulin de Ubrique, que terao que enfrentar seis toiros da ganadaria de Jesulín de Ubrique, procedência de Nuñez del Cuvillo.
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O Bloco " ficou com Salvaterra (que já tinha) e, mesmo assim, graças, quem sabe, à paixão pelos toiros de morte da presidente..."

"...Outro resultado surpreendente foi o descalabro do Bloco de Esquerda, nas Autárquicas, depois da euforia das Europeias. Deitaram muitos foguetes antes de tempo. Com efeito, o Bloco mal passou a barreira dos dois dígitos, nas Europeias. E não chegou lá sequer nas Legislativas.
Agora, nas Autárquicas, ficou com Salvaterra de Magos (que já tinha) e, mesmo assim, graças, quem sabe, à paixão pelos toiros de morte da ilustre presidente - paixão, aliás, não partilhada pelo Bloco... Não conseguiu meter sequer um vereador em Lisboa nem no Porto, apesar de ambos os bloquistas que concorreram serem óptimos candidatos, como mostraram durante a campanha e nos debates em que participaram.
É caso para dar um modesto conselho ao Bloco: chegou a hora da autocrítica, como, aliás, Louçã, foi o primeiro a reconhecer. Na verdade, o autoconvencimento inflacionado em que caíram - em contraste com a modéstia e a segurança do PCP, que ganhou 28 câmaras - requer que o Bloco se modere..."
( Artigo de MARIO SOARES, ex presidente da República, in VISAO ) ...read more ⇒
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Vítor Mendes tras el éxito de Alba de Tormes : "casi todo salió bien y la realidad es que he podido cuajar una buena tarde"

ALBA DE TORMES ( NATURALES ) .- Cortó dos orejasy estuvo a buen nivel. Al final, Vítor Mendes debutó en la plaza cubierta de Alba de Tormes y estuvo a gusto con un novillo de Montalvo. Lo presagiaba en horas previas : "no sé por qué pero tengo sensaciones muy positivas para esta tarde de esta histórica tierra salmantina", refería.
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Alba de Tormes (Salamanca). Domingo 18 de octubre. Lleno. Novillos de Montalvo, bien presentados y de buen juego en conjunto. Ruiz Miguel, saludos. Ortega Cano, pitos. Víctor Mendes, dos orejas. El Tato, dos orejas. Eduardo Gallo, dos orejas y rabo. Juan del Álamo, dos orejas.
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¿Qué motiva a varios toreros retirados a volverse a poner delante de un novillo?, se preguntaba el muy taurino periódico La TRIBUNA de SALAMANCA este domingo.
El portugués Víctor Mendes cree que la clave está en la “dificultad que hay para olvidarse del mundo del toro, la afición”. Algo que le ha llevado desde que dejó de vestirse de luces asiduamente a participar en festivales y torear en el campo. “Se nota menos resposabilidad, pero se nota mucho el calor del público. Es un placer el reencuentro con los aficionados de siempre y aunque ya esté retirado, cada vez que salgo a torear tengo una gran ilusión”, explicó a TRIBUNA el matador luso, que siempre tuvo un buen cartel en la salmantina plaza de toros de La Glorieta.
“En Salamanca he toreado nueve o diez veces en la feria, muchas veces en los carteles de banderilleros”, algo que recuerda como “una imposición que había, que en todas las grandes plazas tenía que haber un cartel de toreros banderilleros en el ciclo”. Consciente de que este domingo que queda atrás ya, muchos aficionados no le habían visto nunca, Mendes trató de explicar su forma de torear: “Me considero un torero de entrega que concibe la tauromaquia como el dominio absoluto del toro y de todos los tercios de la lidia. Ahora se valora más la estética, pero mi toreo era mas de entrega total”, confiesa.
Respecto al éxito de este domingo “la realidad es que he disfrutado de esta localidad, de sus gentesm de su afición, de la nueva plaza de Alba, una plaza nueva que desconocía y en la que casi todo salió bien y la realidad es que he podido cuajar una buena tarde junto a mis compañeros”, concluyó.
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La temporada termina y todo sigue igual...¿para cuando una solución adecuada para el problema gravísimo de los forcados?

Vídeo de reportaje televisivo en los primeros compases de la temporada 2009 en Portugal

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Bolota anuncia a la Afición que gestionará también Beja

Ex.os Senhores
É com imensa honra que a empresa Aplaudir Vos comunica que assinou hoje o Contrato de Exploração da Praça de Toiros de Beja pelos próximos dois anos.
Beja é uma das Capitais do nosso país e como tal exige-se uma gestão em conformidade e a continuidade de bons trabalhos ali desenvolvidos, aliados a novas ideias e à gestão caracteristica da nossa empresa. Requer esforço, dedicação e trabalho, começando desde já a ser delineada a Temporada de 2010, contando com o apoio das forças vivas locais.
Com os nossos melhores cumprimentos
João Pedro Bolota
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Festival rende 10.175
euros para a Cercibeja

BEJA ( Crónica de VITOR BESUGO, colaborador permanente de NATURALES, CORREIO DA TAUROMAQUIA IBERICA ).- A Praça de Toiros José Varela Crujo em Beja recebeu no passado sábado, 10 Outubro um Festival Taurino, cuja receita se destinava á CERCIBEJA para construção de um polidesportivo e que rendeu depois de todas as despesas pagas 10.175 Euros, anunciou no intervalo e aos microfones da praça, José Hilário, Presidente da Cercibeja.
Actuaram neste festival os cavaleiros, Francisco Núncio, que este ano se encontra retirado das praças, mas por uma causa de beneficência, não hesitou em participar.
No cartaz também, Marco José que teve uma actuação de menos a mais, muito por culpa do toiro da ganadaria Santiago, que começou por procurar fugir e depois vir ao de cima a sua nobreza e permitiu uma actuação positiva a Marco José que se evidenciou nos ferros de violino em sortes frontais.
Actuou também o cavaleiro algarvio Filipe Gonçalves que trouxe alegria á praça pela forma entusiasta como decorrem as suas lides, com ferros para todos os gostos desde violinos a palmitos.
Os praticantes Francisco Zenkl e Joana Andrade mostraram que tem um lomgo caminho a percorrer e o amador Mateus Prieto, foi uma agradável surpresa, pois andou desembaraçado e com toureria, mostrou possuir boas montadas e ficamos curiosos para o ver novamente.
Os novilhos foram oferecidos pelas ganadarias de Lampreia, Brito Paes, Condessa de Sobral, Lupi, S. Martinho e Santiago, e acusaram na balança da Varela Crujo a média de 380 Kg.
Actuou em solitário o Grupo de Forcados Amadores de Beja, constituído por actuais e antigos e forcados, numa tarde de verdadeira festa para o grupo local. Assim, as pegas foram concretizadas pelos forcados, Ricardo Castilho (1.ª tentativa), Manuel Almodôvar (1.ª tentativa), Hugo Santana (1.ª tentativa), depois o veterano José Pedro Faro (2.ª tentativa), José Miguel Falcão (1.ª tentativa) e finalmente o cabo fundador do Grupo de Forcados Amadores de Beja, João Marujo Caixinha (2.ª tentativa).
As grandes ovações da tarde foram sem dúvida para estes dois grandes forcados da cidade de Beja que se notabilizaram em tempos antigos pelo Grupo de Montemor, no caso de João Caixinha, e de Lisboa no caso de José Pedro Faro.
Dirigiu o espectáculo com acerto o Sr. António Garçoa.
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Pessoa de Carvalho aclara situación con grupos de forcados

Substituição - Grupo de Forcados Amadores da Chamusca pelo Grupo de Forcados Amadores da Azambuja, Cartaxo 1/11/09
Relativamente à corrida de encerramento da temporada dia 1 de Novembro no Cartaxo, venho informar que contrariamente ao que foi mandado fazer e respectivamente anunciado na publicidade da corrida, o Grupo de Forcados Amadores da Chamusca não pegará a corrida, sendo substituído pelo Grupo de Forcados Amadores da Azambuja. A empresa vem aqui dar esta informação e também pedir desculpas ao GFAC pelo sucedido, que contraria em tudo a nossa postura. Aproveita simultaneamente para deixar aqui expresso, que perante a forma como o GFAC se mostrou compreensivo e colaborante pelas "inacreditáveis" situações que levaram a este desfecho, irá relativamente ao futuro, pela sua atitude demonstradora de educação, inteligência e valorização da festa de toiros, recompensá-los pelo seu carácter e forma de estar, através de uma aposta da empresa no GFAC.
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2009/10/15

Don Luís Guillermo López Olea (Conde de la Corte): “Grande honra por debutar na primeira praça de Portugal”

LISBOA ( Paulo Pereira / NATURALES) .- O ganadero don Luís Guillermo López Olea (Conde de la Corte) afirma na edição de hoje do jornal “OLÉ” sentir “uma grande honra por debutar na primeira praça de Portugal”, na corrida desta quinta-feira, com a qual encerra a temporada no Campo Pequeno.
O ganadero espera que os toiros “dêem uma boa imagem do ferro que ostentam, que invistam, que os toureiros triunfem e que Deus reparta a sorte”, dirige uma saudação à afición portuguesa e promete estar presente na corrida.
Sobre a importância de lidar no Campo Pequeno, afirma que “a praça de Lisboa e hoje falada em Espanha como de grande importância e o reflexo disso são as figuras que por aqui têm passado e refiro-me, obviamente, às figuras espanholas”.
Don Luís Guillermo, que define os seus toiros como “baixos de agulhas, mas rematados, com os quartos dianteiros mais desenvolvidos que os traseiros, finos de patas e com defesas amplas, agradeceu à empresa de Lisboa a possibilidade de lidar uma corrida completa no Campo Pequeno.
O efectivo actual da Ganadaria dos Herdeiros do Conde de la Corte, que foi fundada em 1919, é de 250 vacas de ventre e dezoito sementais e lida em média, por ano, sete corridas de toiros e três novilhadas.
A corrida de amanhã regista no seu cartel os nomes dos cavaleiros Luis Rouxinol, João Salgueiro e João Telles Júnior, bem como os Grupos de Forcados Amadores de Coruche e do Aposento da Moita, capitaneados respectivamente por Amorim Ribeiro Lopes e Tiago Ribeiro.
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Luis Guillermo López Olea : "Ahora se está lidiando un toro más bravo que nunca"
Es el representante de la ganadería de Herederos del Conde de la Corte, que se lidia esta quinta-feira en la Monumental de Lisboa.

--Cómo comparece esta noche en Lisboa que cierra la temporada ?
--Con mucha ilusión, tranquilo y confiando en que los toros cumplan. Yo creo que tengo los deberes hechos, se han criado bien y confío en no haberme equivocado en la selección del ganado.

--¿Cuáles son los orígenes de su ganadería?
--Son puro Parladé, de la Marquesa de Tamarón, Vistahermosa-Tamarón. Mantenemos esa línea desde siempre.

--¿La desarrollada cornamenta de sus animales, es la clave de su ganadería?
--Sí, sí, es la clave. Tienen una cuna muy ancha, y eso es lo que más llama la atención de nuestros toros, pero por ello mismo no acaban de gustar y ahora lo tenemos que corregir porque dicen que tiene un perfil muy corto.

--¿Qué es eso del perfil muy corto?
--Pues se pretende evitar que los cuernos del toro salgan desde la sien a derecha e izquierda y no sean enseguida curvos hacia delante, que es lo que les echan en falta, es decir lo que se quiere es que la curvatura de las astas sea a lo largo de la cara de los animales, evitando esa anchura de las mismas astas. Todo porque quieren que las astas quepan en la muleta.

--Y sigue siendo una de las ganaderías cuyos sementales más se venden para refrescar otras.
--Sí, pero no tanto como antes, porque quizás los precios sean más altos y además ya no es el boom que hubo a comienzos del siglo pasado, en los años 20 y 30. Además también seleccionamos el comprador porque no se pueden vender sementales a cualquiera. Tiene que ser un ganadero de verdad, responsable y cuya carrera este contrastada.

--¿Cómo ha influido el avance de la genética en la ganadería brava?
--Pues muchísimo. Antes los ganaderos no sabían tanto del ganado como ahora. Ahora ya tenemos un gran conocimiento, no solo de nuestra propia ganadería, sino también de la genética.

-- Pero la realidad es que el toro, sigue siendo el mismo, ¿eh?
--Sí, sí pero también ha cambiado porque antes no era tan bravo como es ahora y realmente por eso tomaban los 14 puyazos, porque no se entregaban en el primero como se entregan ahora. En este momento, gracias a todo, se está lidiando un toro más bravo que nunca. Antes todos teníamos una estadística de los toros condenados a banderillas negras y ahora, como ya no se condena a ninguno ese archivo esta en desuso.
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Apuntes sobre
el historial de esta ganadería...

Fue en 1919 cuando Don Agustín, VI Conde de la Corte de la Berrona, decidió hacerse ganadero de reses bravas al comprar, con 24 años, la ganadería de la Marquesa Viuda de Tamarón. En ese momento nació la ganadería del Conde de la Corte, descendiente de la prestigiosa e influyente ganadería de Vistahermosa, con el afán de ahondar en las tres características principales del toro bravo: trapío, bravura y nobleza. La vivienda habitual de Don Agustín pronto se convirtió en el siglo XX en centro de reunión, discusión y fomento del mundo taurino. Así Miura, Ponce, Hierbabuena, Vitorino y algunos otros nombres de prestigio bautizan las habitaciones de este palacio rehabilitado.

Cuando don Agustín Mendoza Montero compró la cuarta parte de la ganadería de don Fernando Parladé, seguro que no imaginaba que, setenta y cinco años después, más del ochenta por ciento de los toros que se lidiarían cada temporada en los ruedos españoles serían descendientes directos de esas reses

La historia de esta vacada comienza con la compra que don Eduardo Ibarra realizó en 1884 de la mitad de la ganadería de doña Dolores Monge, viuda de Murube, procedencia Vistahermosa formada con reses lesaqueñas y de Arias Saavedra, de la cual vendió la mitad en 1904 a Don Fernando Parladé.

En 1912 Don Fernando Parladé vende a la marquesa viuda de Tamarón, de Jerez de la Frontera, dos camadas completas de eralas y utreras y tres sementales, Alpargatero, Mochuelo y Serranito, origen de la ganadería que la citada marquesa vende a don Agustín Mendoza y Montero en noviembre de 1920. Siendo ya ganadero el Conde de la Corte, decide cambiar la divisa y el hierro anterior. La nueva y actual divisa lleva los colores verde, encarnado y oro, con los que se presenta en Madrid el 17 de Mayo de 1928, en una corrida para Chicuelo, Marcial Lalanda y Martín Agüero.

La ganadería se mantiene pura hasta nuestros días. En 1964, al fallecimiento de don Agustín Mendoza, hereda la vacada don Luis López Ovando, cediéndola por problemas de salud en 1988 a sus hijos, quedando don Luis Guillermo López-Olea como responsable de la misma. Gracias a los éxitos obtenidos, muchos ganaderos decidieron iniciar o mejorar su historial con la compra de vacas y sementales con el hierro del Conde de la Corte. Ejemplos habría cientos, pero sólo vamos a citar dos. Uno es la vacada de Atanasio Fernández, una ganadería que después vendería también centenares de vacas y sementales procedentes del Conde de la Corte a otros ganaderos. Otro es la familia Domecq, que adquirió vacas y sementales a don Agustín Mendoza en los años 30 y 40 y que en esta última década ha degenerado el campo bravo español.

La ganadería se encuentra en la finca Los Bolsicos, a 8 km. de Jerez de los Caballeros, en Badajoz. Es una finca de 750 hectáreas muy abrigada, con sierra, por la que discurre el río Ardila, y está completamente dedicada al ganado bravo. Como dato curioso, reseñar que posee una torre de defensa que construyeron los templarios en la Edad Media.

Actualmente cuenta con unas 250 vacas y una docena de sementales. Las tientas se hacen cuando las vacas son utreras y están gordas, para poder ser riguroso en la misma y no buscar disculpas en la falta de fuerzas.

Esta ganadería parece ya claramente querer salir del bache que atravesó tiempo atrás por la falta de fuerzas de las reses, y esperamos que así sea, porque por su historial merece estar en todas las grandes ferias.

Toros célebres >> Características

Innumerables son los toros notables que ha lidiado esta ganadería en todas las plazas y en todas las ferias.
En Madrid, el 17 de Mayo de 1968 obtiene posiblemente su mayor triunfo: Antonio Ordóñez le corta las dos orejas al toro Pezuñita; Miguel Márquez, que confirmaba la alternativa, también corta dos orejas al toro Cara de perro, y Chicuelo lidia al toro Ochopicos, que sería premiado como el más bravo de la feria de ese año.
Otro ejemplo, es el toro Nochetriste, lidiado por Víctor Méndes en 1.991, y que también recibió el trofeo al toro más bravo de la feria de ese año.
Para el ganadero, el toro condeso es un toro bajito con un cuarto delantero muy desarrollado y con bastantes deficiencias de los cuartos traseros. Es un toro muy serio, alto de cruz, rabo largo, con mucha amplitud de pitones. Su capa suele ser negra, aunque da mucho el colorao y el burraco.
En cuanto a su comportamiento durante la lidia va de menos a más, sale abanto, enterándose de todo pero sin acudir prácticamente a nada, se empieza a centrar en el caballo donde suele hacer peleas espectaculares y es pronto y alegre en banderillas, siendo noble y con recorrido en el último tercio, con mucha clase.
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